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Dois anos depois de terem participado juntos em "Num Abril e fechar de olhos", Timbila Muzimba, Fran Pérez e o Trigo Limpo teatro ACERT, voltam a encontrar-se num novo espectáculo – "Chovem amores na rua do matador".
Esta nova criação, com estreia marcada para dia 4 de Dezembro, é da autoria de Mia Couto e José Eduardo Agualusa, e marca a segunda etapa do projecto Interiores e o resultado do desafio lançado a estes dois escritores para criarem um texto inédito para o Trigo Limpo teatro ACERT.
A banda sonora original do espectáculo conta ainda com as participações do Galego Fran Pérez e dos Moçambicanos Timbila Muzimba.
Ouça o tema de abertura do espectáculo:
"Chovem amores na rua do matador", mp3, 2'39

TIMBILA MUZIMBA
É uma orquestra musical formada por dez elementos. Surgiu em 1997, dum grupo de jovens músicos e bailarinos Moçambicanos que cresceram no bairro “Unidade 7” nos arredores da cidade de Maputo conhecido pelas suas Orquestras de Timbila. Esses jovens aprenderam o canto e dança na sua comunidade que é basicamente formada por artistas de grande talento. Timbileiros de Inhambane. Timbila, (singular m'bila) são os xilofones do povo Vachopi, que habita o sudeste de Moçambique, nas províncias de Gaza e Inhambane, e com o seu som único, poliritmos; melodias complexas e mágicas, são o orgulho de Moçambique. A Timbila foi considerada património mundial da humanidade pela UNESCO em 2004.
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